Crítica: Homem-Aranha – De Volta ao Lar (Spider-Man: Homecoming, 2017).

Após cinco filmes, Peter Parker finalmente retorna para as mãos da Marvel através da parceira entre Disney e Sony. Confira agora nossa crítica de Spider-Man: Homecoming530814.jpg

SINOPSE: Depois de atuar ao lado dos Vingadores, chegou a hora de Peter Parker (Tom Holland) voltar a sua vida, já não mais tão normal. Lutando diariamente contra pequenos crimes nas redondezas, ele pensa ter encontrado a missão de sua vida quando o vilão Abutre (Michael Keaton) surge ameaçando a segurança de Nova York. O problema é que a tarefa não será tão fácil como ele imaginava.

É praticamente impossível escrever sobre esse filme sem relembrar as obras anteriores que traziam o personagem como protagonista. De maneira geral De Volta ao Lar consegue combinar tudo de melhor que nos foi apresentado anteriormente, misturando elementos clássicos das HQ’s com uma nova roupagem para um Peter Parker, que agora se encontra no universo de Os Vingadores. Talvez essa inclusão ao universo cinematográfico da Marvel seja uma das maiores virtudes do longa; mesmo apresentando inúmeros elementos que incorporam tal universo, não é sentido em nenhum momento um exagero ou sobrecarrega, criando uma mistura orgânica e mostrando em seu roteiro diversos acontecimentos que permeiam o MCU de maneira inteligente, servindo como ponta-pé para alguns momentos chave do filme

Essa parceira entre Sony e Disney acaba rendendo algumas diversidades entre os filmes feitos exclusivamente pelo Marvel Studios. Homecoming é de fato bem dirigido, sendo diferente da então padronização feita em obras como Homem-Formiga ou Thor, que apesar de apresentarem suas virtudes, não apresentam traços que os diversificam ou trazem certa originalidade ao resultado final. A direção fica nas mãos de Jon Watts, que consegue administrar bem os dilemas enfrentados por Peter em suas personalidades; em sua parte colegial, o jovem demonstra insegurança e enfrenta seus dilemas da adolescência, parte essa que se assemelha bastante a Clube dos Cinco, filme esse que ganha claras menções no longa. O casting é repleto de diversidade, a química entre os atores e boa e algumas pontas para o desenvolvimento de coadjuvantes são deixadas para uma possível continuação. As cenas de ação não apresentam elementos memoráveis mas desempenham bem o seu papel, a trilha sonora tenta inovar mas acaba não saindo dos padrões e os efeitos visuais não incomodam, porém ainda estão longe da perfeição. O vilão é bem desenvolvido, apresentando várias camadas com o desenrolar do roteiro, sendo provavelmente um dos mais bem trabalhados do universo Marvel.

Homem-Aranha: De Volta ao Lar apresenta muito mais Sony do que Marvel, e não, isso não é ruim. A direção se diversifica dos padrões apresentados, o roteiro é eficaz e inteligente, os atores se encaixam muito bem em seus papeis e a representação do jovem Peter Parker é de fato a melhor já feita entre todos os seis filmes do herói.

Nota: ✭✭✭✭✩  4,5/5


EDIT: Então, esse paragrafo eu acabei escrevendo um pouco depois de reler minha analise. Uma amiga minha me questionou no twitter sobre um acontecimento no filme que de certa forma bagunça a timeline Marvel: há um discrepância na cronologia. Para entender mais clique aqui, porém saiba que o texto contem spoilers. ”Isso altera algo na minha experiencia com o filme?” Não. Mas ainda assim, achei curioso uma falha como essas em uma produção desse tamanho.

Análise: American Gods – 1ª Temporada.

Neil Gaiman possuí grande influência no ramo literário, transitando sempre entre obras mais sóbrias (O Oceano no Fim do Caminho) e conteúdos mais inventivos (Sandman), porém sempre mantendo um pé na fantasia. Deuses Americanos é o quarto livro do autor, tendo sua publicação em 2001. Após 11 anos de espera e inumeras promessas de uma adaptação para o audiovisual, finalmente nos é apresentada a transposição do livro para uma série, ganhando um lançamento mundial através do Amazon Prime Video. Confira agora a nossa analise sobre a primeira temporada de American Godsamericangods-poster-2.jpg

SINOPSE: O drama é centrado em uma guerra entre os velhos e os novos deuses. Os seres bíblicos e mitológicos estão perdendo cada vez mais fiéis para novos deuses, que refletem o amor da sociedade por dinheiro, tecnologia, celebridades e drogas. Shadow Moon é um ex-vigarista que agora serve como segurança e companheiro de viagem para Sr. Wednesday, um homem fraudulento que apresenta grandes mistérios sobre sua real personalidade.

Desde seu roteiro até sua direção de arte, American Gods trás seus conceitos de maneira efetiva. A trama consegue adaptar e atualizar muito bem todos os aspectos da obra de Gaiman, colocando os elementos apresentados no livro e ainda adicionando grandes dilemas que passamos nos dias de hoje, abordando temas como racismo, preconceito, homofobia, machismo e até mesmo o fundamentalismo americano. O desenvolvimento dos personagens ”secundários” traz uma maior amplitude para toda a obra, mostrando que a série vai muito além de seus protagonistas. A direção de arte primorosa casa de maneira impecável com a trilha sonora dos episódios, apresentado soluções visuais muito interessantes para vários fundamentos então apresentados.

A série tem como um de seus criadores Bryan Fuller, conhecido por seus trabalhos em Hannibal e Pushing Daises; a presença de Fuller realmente é sentida durante todos os episódios da temporada, juntando alguns dos principais pontos empregados em suas obras anteriores e os mesclando com a originalidade empregada por Deuses Americanos. O casting é muito bem escalado, trazendo grandes nomes a seu elenco. O protagonismo fica por conta dos atores Ian McShane (Mr. Wednesday), Ricky Whittle (Shadow Moon), Emily Browning (Laura Moon) e Pablo Schreiber (Mad Sweeney); porém uma das melhores atuações da série se encontra em Gillian Anderson (Media), que apresenta (literalmente) novas facetas a cada apresentação feita em tela.

De maneira geral, American Gods chega em grande estilo com sua primeira temporada, trazendo ótimas atuações, algumas adaptações muito bem vindas de alguns momentos do livro, um visual e trilha excelente, além de empregar grande acidez e ironia através de ótimas críticas durante toda a sua jornada como telespectador. Com certeza a série merece sua atenção.

 

Crítica: Mulher-Maravilha (Wonder Woman, 2017).

A Warner Bros. vinha sustentando uma fama ruim depois de suas últimas adaptações de quadrinhos; isso ocorre devido a grandes furos de roteiro e a alteração do status quo de alguns dos personagens mais importantes da produtora na tela do cinema. Mulher-Maravilha acaba adquirindo para si várias responsabilidades: restabelecer o universo cinematográfico DC e trazer de fato o primeiro grande filme de super-heroína da era moderna. mulher-maravilha-poster-nacional.jpg

SINOPSE: Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

Logo de cara é fácil dizer que sim, Mulher-Maravilha é um filme digno de sua protagonista. O roteiro trabalha muito bem sua história de origem, subvertendo em alguns momentos a jornada do herói e desenvolvendo seus personagens de maneira orgânica. O primeiro ato, apesar de longo, é instigante e expande os horizontes para uma nova mitologia apresentada no cinema pela DC, mostrando Temiscira e se aprofundando um pouco mais na relação que os Deuses tem com as Amazonas; a mensagem que é deixada no final é honesta e inspiradora. Diana é forte e tem seus objetivos, nunca se deixando abalar pelo contexto histórico do filme e sempre se impondo na presença de personagens masculinos, literalmente resolvendo a maior parte dos dilemas do longa apenas com sua força de vontade, o que é um acerto e tanto para obras desse gênero. A paleta de cores usada brinca muito com a vividez e as belezas da ilha-paraíso em contraste com uma Londres escura que sofre as tristezas da I Guerra Mundial, porém a fotografia se mostra simplória até demais em diversos momentos, se assemelhando bastante a algumas filmagens de telenovelas.

A diretora Patty Jenkins acerta em trabalhar com uma maior simplicidade narrativa, mostrando que mais é menos; os grandes e constantes momentos de fala e interação entre os personagens se tornam interessantes e não se sente um atraso no ritmo do filme; também ocorre grande valorização da atuação, já que planos fechados e close-ups são uma máxima durante toda a jornada: Connie Nielsen (Gladiador) e Robin Wright (House of Cards) trazem a força e a imponência de grandes guerreiras Amazonas, Chris Pine (Star Trek) consegue ser charmoso e não se sente emasculado em nenhum momento pela protagonista e Gal Gadot (Batman v Superman) apesar de não ser uma excelente atriz se encaixa como uma luva para interpretar Mulher-Maravilha, trazendo a leveza, força, carisma e inocência que Diana tem nos seus primeiros anos atuando como super-heroína. Porém a constante utilização dos itens citados acima prejudicam as cenas de ação, fazendo com que alguns momentos grandiosos (como quando Diana levanta um tanque de guerra com as próprias mãos) sequer sejam mostrados ou enquadrados pela diretora, mostrando que Jenkins é uma espécie de Zack Snyder reverso. O constante uso de computação gráfica no último ato destoa de todos os outros elementos apresentados no inicio e meio do longa, e infelizmente o CGI se mostra por várias vezes extremamente artificial, ficando fácil fazer uma distinção de quando são atores ou bonecos digitais em cena.

Mulher-Maravilha é o grande impulso que a DC precisava, trazendo uma protagonista extremamente carismática e desenvolvendo seu arco narrativo que já havia se iniciado em Batman v Superman, deixando uma mensagem inspiradora e finalmente colocando uma mulher como figura principal de um filme de super-herói. O longa só se perde em alguns momentos de sua direção, mas com certeza todo o resto consegue fazer essas falhas se tornarem quase imperceptíveis. Recomendadíssimo.

Nota: ✮✮✮✮✩ (4/5).

Crítica: Sete Minutos Depois da Meia-Noite (A Monster Calls, 2017).

Devo admitir que tenho grande relutância em ver filmes com tramas mais pesadas; o stress do dia-a-dia me faz preferir sempre histórias mais místicas e fantasiosas para uma maior fuga da realidade. Devido a indicação de um amigo resolvi dar uma chance para Sete Minutos Depois da Meia-noite, um filme que a primeira vista não demonstra a tamanha carga dramática que é abordada em seu enredo.389192.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx

SINOPSE: O filme conta a história do jovem Conor, um garoto de 13 anos que tem sua vida transformada após o surgimento de um câncer terminal em sua mãe (Felicity Jones). Aos comandos de sua avó (Sigourney Weaver), Connor lida diariamente com várias adversidades em sua vida, como a constante ausência de seu pai (Toby Kebbell) e o grave bullying que o ocorre com o jovem em seu colégio, o fazendo se sentir cada vez mais sozinho e isolado, o deixando apenas um único amigo: o monstro-árvore (Liam Neeson).

Apesar de abordar temas pesados, o filme consegue transmitir a sua mensagem de maneira suave e emocionante; o diretor responsável pela película é Juan Antonio Bayona, cineasta espanhol que conta em sua bagagem obras como O Impossível (2012) e o recente e ainda não lançado Jurassic World 2 (2018). As suavidades apresentadas por ele trazem uma quebra bem interessante em seu enredo; a direção de arte se mostra extremamente bela, sutil e em alguns momentos até autoral, se misturando durante algumas cenas com uma animação extremamente colorida e alegre, dando um maior contraste com os dilemas verdadeiros do jovem Conor. A fotografia é simples e bem trabalhada, casando muito bem com os outros elementos que são ostentados.

Os grande nomes no elenco realmente fazem jus ao peso que apresentam, com destaques especiais para Lewis MacDougall (Peter-Pan)Sigourney Weaver (Alien: O Oitavo Passageiro), que apresentam fortes cenas de discussões entre seus personagens. Apesar de seu plot previsível, o roteiro consegue trabalhar muito bem certos aspectos, como a demonstração para o protagonista de que na vida real não existem vilões ou mocinhos.

Sete Minutos Depois da Meia-Noite é um filme sobre ”abrir mão”. As vezes achamos que o esforço e a procrastinação de certas coisas é o melhor para nós, mas a verdade é que precisamos saber a hora certa de ”deixar ir”. O roteiro mexe, chateia e intriga, emocionado e trazendo grande afeição a qualquer um de seu público, principalmente pessoas que já passaram por experiencias parecidas com as de Conor, deixando uma mensagem valiosa e ainda te entretendo durante suas duas horas.

Nota: ✮✮✮✮✮ (5/5)

Crítica: CORRA! (Get Out), 2017.

A quantidade de filmes de terror que são lançados durante os anos é praticamente incontável, porém poucos conseguem atingir a luz do Sol com glória, seja por uma história clichê, seja por falta de distribuição. Corra! aborda temas no mínimo inusitados para um filme do gênero; será que esse roteiro consegue levar o longa a um patamar elevado para as obras desse meio? Crítica sem spoilers. 577190.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg

SINOPSE: Chris (Daniel Kaluuya) é jovem negro que está prestes a conhecer a família de sua namorada caucasiana Rose (Allison Williams). Ao chegar ao seu destino, coisas estranhas começam a acontecer.

Corra! é o típico filme em que quanto menos se sabe, melhor; recomendo que sequer veja o trailer antes de assisti-lo, pois apesar de não revelar nenhum grande spoiler pode acaba tirando algumas gratas surpresas do longa. Uma das maiores virtudes de Corra! é conseguir misturar elementos distintos com grande harmonia durante as duas horas que nos são apresentadas. O suspense se encontra sempre presente em cena, sendo quebrado algumas vezes por alívios cômicos que, quando aparecem, servem para dar um respiro para o público. O filme não tem medo de ir a fundo nos dilemas sociais envolvendo a cor do protagonista, mostrando um racismo velado na cultura daqueles que se dizem a favor da diversidade; em diversos momentos Chris é tratado como uma atração ”exótica” da família, construindo um clima estranho e de tensão que demonstra rapidamente que algo naquele ambiente não está certo.

Jordan Peele estreia como diretor de maneira exemplar, moldando com grande técnica vários elementos importantes. As atuações são excepcionais, com grande destaque para Daniel Kaluuya, que move a trama e nos guia durante toda a jornada. Lil Rel Howery acaba tendo em seu papel as reações que nós, expectadores, temos durante o filme, além de ser responsável pela parte cômica da obra. A construção de personagem é bem feita, nos deixando intrigado com as inúmeras facetas de cada um, e apesar de momentaneamente acharmos que já desvendamos o plot final, temos nossas teorias esmagadas com a revelação que nos é entregue.

Corra! é um chute no peito da sociedade; apresenta elementos extremamente reais que fazem uma crítica a toda situação atual em que, infelizmente, boa parte da sociedade se encontra; além disso, o longa introduz um clima tenso do inicio ao fim, fazendo com que duas horas se tornem muito menores com tamanha agilidade com que o diretor trabalha com todos os elementos ali abordados, trazendo grandes questionamentos para um filme de suspense/terror e mostrando que Jordan Peele tem um futuro brilhante em seus trabalhos cinematográficos.

Crítica: Girlboss (2017).

Obras biográficas tendem a ter um tom mais sério e realista para mostrar a trajetória das pessoas que as inspiraram, como é o caso de Snowden, A Teoria de Tudo e O Jogo da Imitação. Girlboss tinha como objetivo subverter os padrões de tais obras, apresentando a história de maneira divertida e despretensiosa, fazendo uma releitura bem livre dos acontecimentos. Crítica sem spoilers. girlboss

SINOPSE: Baseado na trajetória de Sophia Amoruso, uma jovem batalhadora que começou a vida vendendo roupas antigas no eBay e hoje, aos 27 anos, tem uma marca multimilionária criada em Los Angeles.

A verdade é que Girlboss não consegue sair do medíocre. A protagonista é extremamente chata e egoísta, tirando qualquer oportunidade de vinculo emocional com o público (vinculo esse que acaba acontecendo, porém só nos últimos episódios da trama). O figurino, como é de se esperar, é realmente impecável, e a direção de arte combina com o clima proposto pela série, fazendo algumas vezes brincadeiras visuais interessantes mas nunca saindo da zona de conforto; em contrapartida a série apresenta um dos episódios mais interessantes e originais relacionados a um fórum de internet que já vi, pena que o mesmo só acontece durante um único momento e logo já é esquecido. A trilha sonora é divertida e realmente contagiante, sendo inserida pontualmente em momentos chave da história.

A obra é recheada de inúmera referências da cultura pop, colocando desde outra séries (como é o caso de The O.C.) até artistas famosos que fecham muito bem essa mescla. O desenvolvimento de alguns personagens é bem trabalhado, principalmente o do namorado e o da melhor amiga da protagonista, fazendo com que ambos ganhem episódios próprios para melhor entendimento de sua relação afetiva com Sophia. A ”reviravolta” no final da trama é algo que realmente não se espera, e de uma forma ou de outra a série ainda consegue dar uma pincelada em assuntos mais sérios, como relacionamentos abusivos ou até mesmo o fato de não nos encaixarmos no que a sociedade nos impõe. Apesar de contar apenas com 30 minutos de duração, a série acaba derrapando por ter escolhido 13 episódios para a temporada; a obra teria um ritmo melhor se abordada com menos capítulos.

Girlboss não chega a ser ruim, é apenas genérica. Se você procura uma série engraçadinha e despretensiosa pra passar o tempo, talvez seja a escolha ideal. Ou não.

Fim do #ProjetoTEDA e novidades.

Pra vocês que acompanharam o blog desde o início do mês de Abril, ficaram sabendo da minha proposta com o Projeto TEDA (Textinho Everyday April). Apesar de ter falhado miseravelmente em alguns dias, com essa publicação completamos o trigésimo post do projeto, publicação essa que deveria ter sido postado ontem mas resolvi postar hoje devido ao horário que o texto seria publicado. De uma forma ou de outra, o projeto TEDA teve os seus prometidos 30 posts, então se você quiser conferir todo o trabalho feito por minha pessoa, clique aqui.

Agora resolvi introduzir algumas novidades no cronograma do blog. Devido a minha constante ausência durante alguns períodos neste website, resolvi que tentar fazer ao menos dois posts por semana, para que blog seja atualizado de maneira mais frequente. Pode ser que não dê certo, mas é um compromisso que tentarei cumprir todas as semanas.

Ficarei agora em um hiato de alguns dias, mas nos vemos no próximo post. Ou você pode me ver diariamente no meu twitter, clicando aqui.

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